O falecimento de um ente querido é, invariavelmente, um dos momentos de maior vulnerabilidade na trajetória de uma família. Contudo, no cenário jurídico brasileiro, a dor da perda costuma ser agravada pela abertura de processos de inventário que são notórios pela lentidão extrema, pelos custos tributários elevados e, principalmente, pela facilidade com que deflagram conflitos sucessórios irreparáveis.